terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Microchip gera sua própria energia

Redação do Site Inovação Tecnológica - 15/12/2010
Há um interesse crescente no desenvolvimento de sensores ambientais, capazes de monitorar não apenas a natureza, mas também o interior de edifícios e a estrutura de grandes obras civis.

Essa tecnologia de sensores agora teve um novo impulso, com a possibilidade de fabricação de microchips que coletam a energia do ambiente, dispensando as baterias.

Integração energética

Um grupo de pesquisadores holandeses e chineses conseguiu pela primeira vez fabricar um processador com uma célula solar de alta eficiência integrada no mesmo chip.
A solução mais simples parece ser fabricar as células solares separadamente e depois encaixá-las em cima do circuito eletrônico, como fizeram pesquisadores norte-americanos ao criar o seu "microssensor perpétuo".
Mas a equipe afirma que esse não é o processo de produção mais eficiente e decidiram partir para a integração total, construindo as células solares camada por camada por cima do processador.
A técnica não apenas utiliza menos materiais como também permite um melhor desempenho do circuito, que passa a consumir menos energia.

Silício amorfo

Mas a integração não está livre de problemas: há sempre o risco de que as etapas da produção da célula solar danifiquem os componentes eletrônicos, eventualmente não a ponto de impedir seu funcionamento, mas o suficiente para anular os ganhos de desempenho.
Por esta razão, os pesquisadores decidiram usar células solares feitas de silício amorfo - em oposição ao silício cristalino tradicional -, mais conhecido como CIGS (cobre - índio - gálio - seleneto).
O processo de fabricação dessas células não influencia a eletrônica, e elas produzem uma quantidade razoável de energia mesmo com a luz disponível em ambientes fechados.
Fora dos processadores, as células solares à base de CIGS, que são totalmente flexíveis, já alcançaram um nível de desenvolvimento suficiente para serem fabricadas em grande escala.
Sensores inteligentes

Com a colocação de uma célula solar diretamente em cima da eletrônica, o chip fica totalmente autônomo, dispensando as baterias ou outras fontes de alimentação.
Desta forma, um sensor pode ter a "inteligência" necessária para coletar e fazer um processamento inicial dos dados, e até mesmo uma antena para comunicação sem fio.
A única restrição desse "sensor inteligente" é que seu consumo deve ficar bem abaixo de 1 miliwatt.
Um enfoque alternativo para o funcionamento de sensores que dispensam baterias são os minigeradores que tiram energia das vibrações do meio ambiente.

Bibliografia:
Above-CMOS a-Si and CIGS Solar Cells for Powering Autonomous Microsystems
J. Lu, W. Liu, C.H.M. van der Werf, A.Y. Kovalgin, Y. Sun, R.E.I. Schropp, J. Schmitz
International Electron Device Meeting Proceedings, December 2010

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Brasileiros querem produzir etanol usando plasma frio

Etanol de segunda geração


A atual fronteira para o crescimento do etanol - a obtenção do chamado etanol de segunda geração - não está na questão das terras agricultáveis e nem na abertura dos mercados externos.
O problema está nas paredes celulares dos vegetais, formadas por um polímero bem conhecido do homem, mas muito difícil de ser quebrado: a celulose.
Desenvolver meios economicamente viáveis para decompor a celulose é fundamental para viabilizar o etanol de segunda geração, que poderá ser extraído de qualquer biomassa, e não apenas da cana-de-açúcar.
Isto permitirá aumentar a produção do biocombustível sem ter que alterar a extensão das plantações, além de levar a indústria para outras partes do país.
As soluções vislumbradas até agora são igualmente surpreendentes. Por exemplo, utilizar enzimas encontradas nos aparelhos digestivos de cupins e de animais ruminantes para decompor a celulose. Os ácidos são outra alternativa.
Etanol feito com plasma
Mas uma equipe do Laboratório Nacional de Ciência e Tecnologia do Bioetanol (CTBE), em Campinas (SP), optou por uma terceira rota para liberar os açúcares da celulose: bombardeá-los com cargas elétricas geradas por um plasma, um gás ionizado que é considerado o quarto estado da matéria.
A quebra é semelhante ao que ocorre quando se lança mão dos cupins ou das vacas, uma rota na qual as enzimas mudam cargas elétricas de lugar, saturando uma ligação e provocando o seu rompimento.
Após a quebra, surgem espaços que são preenchidos com pedaços das moléculas de água e o novo rearranjo forma os açúcares.
"Vamos tentar fazer isso, só que utilizando uma descarga elétrica", disse Marco Aurélio Pinheiro Lima, coordenador do projeto.
A pesquisa esbarra em dois obstáculos fundamentais: a obtenção do controle do processo e a viabilidade econômica da tecnologia a ser desenvolvida. [Imagem: CTBE]Para dar certo, o processo deve ser controlado e as quebras executadas com cuidado para manter os açúcares intactos, pois são eles que darão origem ao etanol, por meio da fermentação.
A pesquisa deve também revelar outros modos de se fazer álcool, podendo até mesmo pular a etapa da fermentação, por meio de uma combinação de parâmetros até então desconhecida. "Quando se faz pesquisa é preciso estar aberto a descobertas imprevisíveis, pois os resultados podem levar a novos horizontes", disse o pesquisador.

Plasma frio

Algumas pistas para essa via de quebra da celulose vieram de estudos sobre o tratamento do câncer. Foi constatado nessas terapias que os elétrons de baixa energia possuem uma força capaz de quebrar o DNA de células cancerosas.
"Uma cadeia de DNA lembra muito os açúcares", comparou Lima, ressaltando que os elétrons de baixa energia podem ser obtidos dentro de um plasma com baixo custo.
Para o projeto foi escolhido um plasma frio à pressão atmosférica, no lugar dos modelos de baixa pressão, os mais comuns em laboratório. O motivo é desenvolver um meio que apresente viabilidade econômica para ser aplicado no mercado.
"Nesse sentido, o plasma frio à pressão atmosférica é mais barato e não exige tantos recursos para operar, como o vácuo, por exemplo. Não podemos pensar em algo que seja usado somente no laboratório, pois poderá ser uma máquina que atuará em uma escala grande", disse.
Mesmo assim, a equipe do CTBE também pretende estudar os efeitos do plasma de baixa pressão e do plasma em meio aquoso na quebra da celulose.
Os dados levantados ajudarão a obter uma série de conhecimentos básicos sobre o processo de dissociação desses polímeros e aprimorar processos para as biorrefinarias. "Essas serão as usinas do futuro: sempre coladas a uma indústria química que desenvolverá uma infinidade de produtos além do etanol e do açúcar", frisou Lima.
O projeto poderá levar ao controle do ambiente de descarga de elétrons a ponto de o químico escolher resultados desejados visando a obtenção de moléculas de valor comercial mais interessante.
Os experimentos do projeto do CTBE também poderão ser aplicados em outras rotas de quebra da celulose ao dar pistas sobre como uma enzima ou um ácido atuam no processo.
Outra possibilidade é o surgimento de um processo misto que associe rotas diferentes para a obtenção do açúcar. Como a celulose tem uma estrutura fechada em pacotes, os elétrons poderiam, por exemplo, desempacotar o polímero e prepará-lo para um ataque enzimático ou químico.
Em todas essas perspectivas, a pesquisa esbarra em dois obstáculos fundamentais: a obtenção do controle do processo e a viabilidade econômica da tecnologia a ser desenvolvida. Por esse motivo o plasma deve ser barato e de baixa energia, a ponto de compensar a produção do etanol.
"A obtenção do álcool celulósico é conhecida e chegou a ser usada na Segunda Guerra Mundial. Ele só não está no mercado até hoje por ser obtido por meio de um processo caro. Por conta disso, tentamos baratear essa tecnologia e desenvolver novas rotas", disse Lima.
Apesar de estar voltado à cana-de-açúcar, o projeto poderá resultar em tecnologias para a obtenção de etanol a partir da celulose de outras espécies vegetais.
Com isso, estados brasileiros que estão longe das plantações de cana-de-açúcar poderão produzir seu etanol a partir de espécies vegetais de sua região e assim viabilizar o uso local do combustível. "Pretendemos desenvolver tecnologias que possam ser transferidas para outras biomassas de modo que o etanol se torne viável em todo o país", afirmou Lima.
O pesquisador aponta que a pesquisa básica que está sendo desenvolvida abrirá possibilidades nem sequer são imaginadas. "Mesmo que as descobertas não resultem em um processo industrial, elas ensinarão muito sobre o modo como uma molécula é quebrada", ressaltou.
http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=plasma-frio-etanol-segunda-geracao&id=010125101123&ebol=sim

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Vendas globais de PCs frustram expectativas

As vendas globais de PCs cresceram menos do que o esperado no terceiro
trimestre deste ano (7,6% contra 12,7%), segundo a empresa de consultoria
Gartner. “O principal inibidor do crescimento no terceiro trimestre de
2010 foi o abrandamento na demanda de consumo de PCs nos Estados Unidos e
na Europa Ocidental. O terceiro trimestre é historicamente um período de
forte consumo, conduzido pelas vendas de volta às aulas”, disse Mikako
Kitagawa, analista do Gartner. Kitagawa destacou ainda que o emergente
mercado de tablets também influenciou nas vendas de computadores e
notebooks.

A HP lidera o mercado com 17,5%, seguida da Acer (13,1%), Dell (12,2%),
Lenovo (10,4%), ASUS (5,4%), Toshiba (5,3%) e outros (36,7%).

No terceiro trimestre 88.301.595 computadores foram vendidos mundialmente.
Mais informações: http://bit.ly/99pufJ

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Inteligência artificial - Google testa os carros do futuro

Mundo perfeito: carros que não poderão ser usados como armas por motoristas estressados. Que tal? Parece coisa de projeção de futuro, mas se depender do Google tais veículos poderão ser realidade em breve. A empresa anunciou que está testando sete automóveis com inteligência artificial, capazes de se deslocar sem intervenção humana.
A frota da Google já teria desempenhado com sucesso reconhecer limites de velocidade, estacionamento, "consulta" a mapas e "dirigir" sem intervenção humana por 1.600 quilômetros. Os testes já percorreram 225.302 quilômetos das ruas da Califórnia, nos Estados Unidos - de Mountain View até Santa Monica, de lá até o Hollywood Boulevard. O trajeto é informado por GPS, mas um funcionário da Google vai sentado no banco do motorista, caso algum imprevisto aconteça. Outro pesquisador monitora o sistema de direção. Os carros ainda têm câmeras de vídeo, sensores de radar e medidores de laser para 'observar' o trânsito, além de mapas detalhados.
Teste -Ainda não acabou: se depender da Mitsubishi, os testes drives de veículos também poderão ser feitos via controle remoto, por meio da web. Por dez dias, em novembro, a montadora fará o Mitsubishi Live Drive, para promover o 2011 Outlander Sport. Usando uma combinação de controle remoto, softwares e hardware, norte-americanos maiores de 18 anos, que se inscreverem e forem selecionados, poderão guiar o Outlander Sport direto dos seus computadores. A equipe desenvolvedora - com engenheiros de robótica, especialistas em transmissões de TV e webdesigners - usou câmeras POV (com múltiplos pontos de vista), receptores eletrônicos e servidores para controlar a dinâmica do carro.
O texto saiu no Diário de Pernambuco, escrito por Raquel Lima. Veja:
http://www.diariodepernambuco.com.br/2010/10/14/carro5_0.asp

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Magnetoeletricidade: surge uma nova forma de controlar o magnetismo

Armazenamento de alta densidade

Uma equipe de cientistas da Universidade Rutgers, nos Estados Unidos, descobriu um material cujas propriedades magnéticas podem ser inteiramente controladas por um campo elétrico externo.
Se este efeito magnetoelétrico puder ser estendido para temperaturas mais próximas à temperatura ambiente, ele poderá ser permitir a manipulação de bits magnéticos minúsculos, viabilizando o armazenamento de dados de ultra-alta densidade.
A substituição dos componentes magnéticos por componentes elétricos pode potencialmente abrir caminho para o armazenamento de dados com uma densidade muito superior à dos discos atuais, que estão na casa dos terabytes.
Ao contrário dos dispositivos atuais, que funcionam com base na magnetorresistência gigante, que exigem campos magnéticos para manipular a resistência elétrica, os dispositivos magnetoelétricos poderiam ser controlados com cabeças de leitura e escrita menores e mais simples.

Magnetoeletricidade
Os pesquisadores descobriram o efeito ao estudar as propriedades magnéticas de um mineral chamado manganita, que é composto de magnésio, oxigênio, európio e ítrio.
A temperaturas criogênicas - entre 7 e 20 graus acima do zero absoluto - e sob campos magnéticos muito fortes, uma ligeira mudança no campo elétrico aplicado ao material provoca uma enorme mudança em suas propriedades magnéticas.
O efeito magnetoelétrico tem o potencial para levar a avanços tecnológicos comparáveis ao surgimento dos atuais discos rígidos, que se tornaram possíveis com a descoberta da magnetorresistência gigante, que valeu o Prêmio Nobel de Física de 2007 aos fundadores da spintrônica.
A descoberta do efeito magnetoelétrico é um avanço animador rumo à já teorizada magnetoeletricidade colossal. Contudo, para que suas promessas se tornem realidade, os cientistas precisarão antes demonstrar seu funcionamento sob temperaturas muito mais altas.
Bibliografia:
Cross-Control of Magnetization and Polarization by Electric and Magnetic Fields with Competing Multiferroic and Weak-Ferromagnetic Phases
Y. J. Choi, C. L. Zhang, N. Lee, S-W. Cheong
Physical Review Letters
Vol.: 105, 097201 (2010)
DOI: 10.1103/PhysRevLett.105.097201
http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=magnetoeletricidade&id=010110100928&ebol=sim

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Sua hora de entrar no mercado de trabalho chegou!!

MÍDIA


1. DM9DDB enviar e-mail para: trampo@dm9ddb.com.br

2. EDITORA ÁGUIA enviar e-mail para: cv@editoraguia.com.br

3. FOLHA DE SÃO PAULO enviar e-mail para: fspselecao@uol.com.br

4. FOLHA METRO enviar e-mail para: rh@folhametro.com.br

5. MTV enviar e-mail para: rh.mtv@mtvbrasil.com.br

6. SBT enviar e-mail para: culo@sbt.com.br



INDÚSTRIA

1. 7COMM enviar e-mail para: rh@7comm.com.br

2. AABB (CLUBE SOCIAL) enviar e-mail para: rh@aabb.esp.br

3. ALGAR enviar e-mail para: talentoshumanos@algar.com.br

4. APOLO enviar e-mail para: rh@tubosapolo.com.br

5. ARTEB enviar e-mail para: selecao@arteb.com.br

6. ARTHA enviar e-mail para: rh@arthabr.com

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11. BOUCINHAS enviar e-mail para: rhboucin@boucinhas.com.br

12. BRAHMA enviar e-mail para: gente@brahma.com.br

13. BRASILATA enviar e-mail para: brasilata@brasilata.com.br

14. CARAMURU ALIMENTOS enviar e-mail para: rh@caramuru.com

15. CARGILL enviar e-mail para: recrutamento_cargill@cargill.com

16. CCE enviar e-mail para: rh@cce.com.br

17. CIMENTO ITAÚ enviar e-mail para: talentos@cimentoitau.com.br

18. CERÂMICA SANTANA enviar para: rh@ceramicasantana.com.br

19. DELL enviar e-mail para: Brasil_HR@Dell.com

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21. EMBRACO enviar e-mail para: rhembraco@embraco.com.br

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terça-feira, 10 de agosto de 2010

Recorde mundial: programa ordena um terabyte de dados em 60 segundos

Barreira do terabyte
Cientistas da computação da Universidade da Califórnia, em San Diego, quebraram a "barreira do terabyte", batendo um recorde mundial ao ordenar mais de um terabyte de dados (1.000 gigabytes ou 1.000.000 megabytes) em apenas 60 segundos.
Para se ter uma ideia, 100 terabytes de dados equivalem a cerca de 4.000 discos Blu-Ray, 21 mil DVDs ou 142.248 CDs.
A Internet criou muitos cenários onde a classificação de dados é crucial. Anúncios do Google relacionados ao assunto que você está pesquisando ou recomendações personalizadas de produtos em sites de compras, todos resultam de operações de ordenação de registros nas bases de dados que podem alcançar volumes na casa dos petabytes - um petabyte equivale a mil terabytes.
Isto sem contar a gestão das bases de dados internas das empresas, a mineração de dados ou as pesquisas de mercado.
Velocidade na classificação
Durante o 2010 Sort Benchmark, uma espécie de Copa do Mundo da classificação de dados, o grupo estabeleceu também um outro recorde mundial, este de velocidade, ao ordenar um trilhão de registros em 172 minutos.
A otimização apresentada nos algoritmos foi tamanha que o recorde de velocidade na classificação de dados foi batido usando apenas um quarto dos recursos computacionais usados pelo detentor do recorde anterior.
No Indy Minute Sort, os pesquisadores ordenaram 1,014 terabyte de dados em um minuto, quebrando a barreira do minuto para um terabyte pela primeira vez.
A equipe também cravou o recorde mundial no Gray Indy Sort, que mede a taxa de classificação por minuto para 100 terabytes de dados.
A categoria Indy é um tipo de competição no qual os sistemas são projetados em torno de parâmetros específicos determinados pelos organizadores.
Com os bons resultados alcançados, a equipe anunciou que o próximo passo será generalizar seus algoritmos, levando-os para a categoria Daytona - embora os resultados não sejam tão impressionantes, nesta categoria os sistemas estão preparados para uso no mundo real.

Computação extrema
Os resultados não são importantes apenas para a classificação de dados.
"Geralmente, a classificação é uma ótima maneira de medir o quão rápido você consegue ler um monte de dados de um conjunto de discos, fazer algum processamento básico sobre ele, fazê-lo circular por uma rede e gravá-lo em outro conjunto de discos," explicou Alex Rasmussen, coordenador da equipe duplamente recordista. "A classificação de dados impõe um bocado de estresse sobre o subsistema de entrada e saída, dos discos rígidos e do hardware de rede até o sistema operacional e os aplicativos."
Isso ocorre porque ordenar dados nesses volumes é bem mais complicado do que ordenar uma planilha eletrônica - dados na casa dos terabytes ou dos petabytes estão muito além da capacidade de memória dos computadores. O Indy Minute Sort, por exemplo, foi batido usando um sistema composto por 52 nós de rede, cada um com dois processadores quad-core de 24 gigabytes (GB) de memória e 16 discos de 500 GB.
Os dois novos recordes mundiais estão entre os 2.010 resultados divulgados recentemente no site gerido pelos cientistas voluntários da indústria e da academia que coordenam as competições. O endereço é http://sortbenchmark.org.

http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=recorde-mundial-classificacao-dados-terabyte&id=010150100810