sábado, 30 de maio de 2009
Petroquímica Suape seleciona 24 profissionais de nível médio e superior
http://pe360graus.globo.com/educacao/empregos-e-concursos/empregos/2009/05/28/NWS,491467,30,248,EDUCACAO,885-PETROQUIMICA-SUAPE-SELECIONA-PROFISSIONAIS-NIVEL-MEDIO-SUPERIOR.aspx
Memória "eterna" poderá guardar dados por 1 bilhão de anos
Contudo, a tecnologia ainda não resolveu um problema que está preocupando cada vez mais os pesquisadores e, sobretudo, os bibliotecários: os melhores dispositivos de armazenamento atuais têm uma vida útil entre 10 e 30 anos.
O mais durável sistema de armazenamento atual, as fitas magnéticas, tem uma vida estimada em 100 anos. E só as empresas e bancos guardam informações nesse tipo de mídia. Todo o esforço de digitação de obras científicas e artísticas, vistas hoje como sinônimo de qualidade e modernidade, trazem consigo um risco inerente: o de não poderem ser lidas dentro de poucos anos.
Memória eterna
Mas a solução pode estar a caminho. Ainda que a filosofia e a teologia não tenham conseguido produzir definições adequadas de eternidade, levando-se em conta os poucos milhares de anos da história humana na Terra, uma memória capaz de durar 1 bilhão de anos de fato merece o título de uma "memória eterna".
O professor Alex Zettl e seus colegas da Universidade de Berkeley (EUA) criaram o protótipo de uma memória digital formada por uma nanopartícula de ferro inserida dentro de um nanotubo de carbono. Na presença de eletricidade, a nanopartícula pode ser deslocada para um lado e para o outro no interior do nanotubo, representando o 0 e o 1 digitais conforme ela esteja de um lado ou de outro.
Dois elementos destacam-se na pesquisa: o uso dos promissores, mas até agora pouco utilizados na prática, nanotubos de carbono, e o fato de que a memória não utiliza silício, o material por trás de toda a revolução tecnológica da eletrônica e da computação.
Bit eterno
No laboratório e nas simulações teóricas, os pesquisadores confirmaram que uma memória construída com esse bit de nanotubo de carbono e nanopartícula de ferro atingirá uma capacidade de armazenamento de 1 terabyte por polegada quadrada.
As simulações também mostraram que o "tempo de decaimento" do "bit eterno" - uma alteração aleatória induzida pela agitação térmica dos átomos - supera 1 bilhão de anos.
No estudo, que será publicado no exemplar de Junho do periódico científico Nano Letters, os cientistas citam o fato de que o Livro do Apocalipse de William, o Conquistador, escrito em couro no ano 1086, sobreviveu por 900 anos, chegando até nós. Mas uma versão digitalizada da obra, gravada em 1986, não pode mais ser lida em 2006, apenas 20 anos depois.
Desafios eternos
As pesquisas prosseguirão, agora na tentativa de viabilizar a fabricação dos bits eternos em larga escala. Os desafios a vencer são os mesmos com que se deparam todas as pesquisas que procuram explorar as incríveis propriedades dos nanotubos de carbono - a dificuldade de fabricá-los de forma controlada, sistemática e com alta qualidade.
Bibliografia:Nanoscale Reversible Mass Transport for Archival MemoryG. E. Begtrup, W. Gannett, T. D. Yuzvinsky, V. H. Crespi, A. ZettlNano LettersJune 10 2009Vol.: 2009, 9 (5), pp 1835-1838
http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=memoria--eterna--podera-guardar-dados-por-1-bilhao-de-anos&id=010150090526
sexta-feira, 29 de maio de 2009
Plante uma árvore ao lado de sua casa e economize energia

Pesquisadores norte-americanos descobriram que as árvores plantadas ao lado das residências podem diminuir o consumo de energia em 5%, desde que elas sejam plantadas na posição correta. Para o melhor benefício, as árvores devem ficar posicionadas para oferecer sombra nos lados oeste e sul das residências.
Custo de carbono
A pesquisa envolveu o acompanhamento de 460 residências na cidade de Sacramento, durante o verão. Estatísticas precisamente coletadas demonstraram que os ganhos vão além da diminuição da conta de luz: o "custo de carbono" também é diminuído com o cultivo das árvores.
"As pessoas já sabem há muito tempo que as árvores têm múltiplos efeitos para as pessoas, mas nós quantificamos esses benefícios pela primeira vez usando dados reais e colocamos valores nesses efeitos," justifica o pesquisador David Butry, do instituto NIST.
Segundo o estudo, árvores plantadas nos lados oeste e sul diminuem a conta de eletricidade em até 5%. Se elas estiverem no lado leste não há qualquer efeito mas, se as árvores forem plantadas no lado norte, elas podem de fato aumentar a conta de energia.
Sequestro de carbono
"Além de fornecer sombra, as árvores sequestram carbono," diz Butry. "Nós medimos o quanto essas árvores reduziram o carbono criado pela queima de combustíveis para produzir a eletricidade e descobrimos que as árvores também sequestraram uma quantidade equivalente de carbono, o que representa um benefício em dobro."
A pesquisa chamou a atenção de empresas de energia da Coreia do Sul e da África do Sul, que contataram os pesquisadores para que o estudo seja expandido para outras regiões e para outras estações do ano, a fim de que as conclusões possam ser mais gerais.
terça-feira, 26 de maio de 2009
Dicas de como realizar um bom Curriculo e de como agir numa entrevista

Apresente todos os cursos feitos nos ultimos anos.
Se está cursando algum curso de formação Profissional ou similar, coloque e informe o ano de conclusão do mesmo.
Informe todas as experiências profissionais, caso tenha.
E sempre manter os dados pessoais atualizados.
Perguntas mais comuns nas entrevistas
Fale sobre você. (Resposta curta e direta. Fale somente sobre assuntos
profissionais).
O que você procura em um determinado emprego? (Desafio, envolvimento e
oportunidade para contribuir para a organização)
O que você sabe sobre nossa organização? (se prepare fazendo uma pesquisa
sobre a organização)
Por que você é o candidato ideal e como você pode ser útil à organização?
Por que faz tal curso (graduação/pós)?
Por que deseja trabalhar/estagiar nessa organização?
Por que você escolheu essa carreira?
Com que tipo de pessoa você prefere trabalhar? (Não diga nada de negativo.
Você pode dizer que não há melhor ou pior pessoa para trabalhar. Há pessoas
diferentes).
Onde você se vê em cinco anos? (plano de carreira e forma de realizá-lo)
Qual o último livro que você leu? A pergunta subliminar é “Você tem o
hábito de leitura?
SE VISTA BEM PARA ENTREVISTA.
Durante a Entrevista..
Seja positivo. Cumprimente o selecionador. Peça licença
para sentar-se.
Atente para a postura. Sente-se de forma a demonstrar
segurança e interesse (mas também não cause a impressão
de estátua ou robô).
Jamais demonstre excesso de intimidade com o
selecionador, mas memorize o seu nome. Trate-o por
Senhor/Senhora.
O selecionador é o primeiro a falar. Ouça com atenção.
Não se sinta em posição inferior a ele. Se estiver nervoso,
informe, ele entenderá a situação.
Responda todas as perguntas. Evite demonstrar dúvida e
gaguejar. Fale com confiança.
Tenha um olhar firme e decidido, não fique olhando para
todos os lados quando falar.
Mostre-se disposto a novos desafios.
Não minta. Se não souber alguma coisa, diga “não sei”.
Não adote uma postura arrogante exageradamente
confiante, nem uma postura muito “humilde” e
subserviente.
Nunca dê a impressão de descaso para um possível
entrevistador pouco qualificado.
Ao responder alguma pergunta pessoal, limite-se ao que
está sendo questionado.
Fique atento a todos os seus movimentos
corporais e expressões faciais para
transmitir uma boa impressão ao
entrevistador.
É bom lembrar que os recrutadores são
treinados para detectar e captar os mínimos
detalhes de suas atitudes positivas ou não.
Boa Sorte!!
Confie em você, sua hora chegou.
Joaquim Macêdo.
Envie seu Currículo e concorra a uma vaga..
2. Estilo Profissional – Rua Alfredo de Carvalho, 126, Espinheiro. curriculum@estiloprofissional.com.br.
3. Busccar – Rua da Hora, 493, Espinheiro.Tel: 3241-3151. busccar@busccar.com.br / http://www.busccar.com.br/
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segunda-feira, 25 de maio de 2009
Plástico de CD vai proteger eletrônicos contra interferências

Materiais de classe aeroespacial, usados na fabricação de aviões, sondas espaciais e outros equipamentos de ponta, estão sempre associados com desempenho excepcional - mas também com um custo elevadíssimo.
Isso agora poderá começar a mudar, graças ao trabalho da equipe do professor Seamus Curran, da Universidade de Houston, nos Estados Unidos.
Ele descobriu como transformar o baratíssimo polímero utilizado na fabricação de CDs e DVDs em um plástico de alta condutividade elétrica que poderá beneficiar os equipamentos eletrônicos de naves espaciais, satélites e aviões, assim como de notebooks, iPods e outros aparelhos de uso diário.
Policarbonato condutor
O policarbonato - o material utilizado na fabricação de CDs e DVDs - tem excelentes propriedades físicas e mecânicas, mas não conduz eletricidade. Não conduzia - o Dr. Curran descobriu uma forma de torná-lo condutor adicionando nanotubos de carbono em sua composição.
Falhas em equipamentos eletrônicos geralmente acontecem pelo acúmulo de cargas elétricas ou pela elevação da temperatura. A dissipação das cargas elétricas, por exemplo, hoje é feita pela incorporação de placas metálicas nos aparelhos, o que aumenta o seu peso e o seu custo.
Uma solução muito mais eficiente seria a aplicação de um revestimento condutor da mesma natureza que o material usado no gabinete dos aparelhos. É aí que entram os plásticos condutores e é aí também que entra o trabalho do Dr. Curran.
Revestimento antiestático
O policarbonato com nanotubos de carbono pode ser aplicado sobre outros materiais formando um revestimento antiestático ou para funcionar como um escudo protetor contra a interferência eletromagnética, aumentando a vida útil de equipamentos eletrônicos comuns e protegendo equipamentos críticos, como a eletrônica embarcada dos aviões, satélites e sondas espaciais.
O próximo passo da pesquisa será misturar o policarbonato condutor com outros materiais para que ele possa ser aplicado como se fosse uma tinta.
Plástico semicondutor
Outro achado importante da pesquisa foi que o controle preciso da quantidade de nanotubos de carbono ao plástico pode torná-lo semicondutor, parecido com o silício utilizado para a fabricação de chips. Embora não tenham feito experimentos para exploração esse aspecto do novo material, os cientistas acreditam haver muitas possibilidades para novas pesquisas.
"Já alcançamos resultados fenomenais mas, ao descobrir essas propriedades de alta condutividade totalmente incomuns, nós ainda nem arranhamos a superfície. Há ciência pesada por trás disso," afirma o pesquisador.
Bibliografia:Electrical Transport Measurements of Highly Conductive Carbon Nanotube/Poly(bisphenol A carbonate) CompositeSeamus A. Curran, Jamal Talla, Sampath Dias, Donghui Zhang, David Carroll, Donald BirxJournal of Applied PhysicsVol.: 105 073711DOI: 10.1063/1.3073938
Robôs submarinos ganham sentido do tato

Contudo, não se pode considerar que esses robôs submarinos sejam fáceis de operar. O ambiente absolutamente imprevisível onde eles devem atuar faz com que ainda se pareçam mais com submarinos de controle remoto do que com os robôs de manutenção autônomos que os engenheiros sonham.
Tato robótico
Agora, pesquisadores do Instituto Fraunhofer, na Alemanha, deram um passo importante na proposta de dar mais inteligência e autonomia aos robôs submarinos: eles estão dotando suas garras de uma espécie de tato, recobrindo-as com sensores capazes de detectar os objetos.
Os sensores não são colados, mas impressos, o que significa que eles podem ser aplicados às superfícies curvas dos robôs.
O "tato robótico" facilitará muito o trabalho dos operadores dos robôs, que hoje precisam se valer unicamente dos seus faróis para iluminar o local de trabalho. E, no ambiente escuro do fundo do mar, esses faróis geralmente não ajudam muito.
Sensor de imprimir
Com o auxílio dos novos sensores, o robô poderá informar continuamente ao operador se encontrou um obstáculo, se alcançou a peça ou o cabo a ser consertado e se os está segurando corretamente.
Um dos grandes desafios dos operadores dos robôs submarino é mantê-los estacionados no local de trabalho, uma vez que eles são continuamente arrastados pelas correntes marinhas. Com os novos sensores, os robôs poderão guiar-se autonomamente, controlando seus motores para anular os movimentos externos que tendem a afastá-los do seu local de trabalho ou para livrar-se de obstáculos indesejados.
O sensor foi criado com uma solução de nanopartículas que é aplicada sobre a superfície do robô por um sistema de aerossol, como se fosse uma tinta. Um software guia o processo de "impressão" dos sensores, criando fitas de tinta com apenas alguns micrômetros de largura. Um revestimento polimérico protege as fitas sensoriais contra a corrosão pela água do mar.
A demonstração da nova tecnologia foi feita em um robô submarino de oito braços, de múltiplos usos.