quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Peugeot 207 Tuning

Faltam dois dias para está concluida a parte externa tunada do PEUGEOT 207.
O tuning será em designer criado por mim, dando um estilo completamente exclusivo.
Divulgação das fotos após a conclusão.



AGUARDE!!!

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

NOVA FÁBRICA DE AUTOMÓVEIS EM SUAPE

Próxima fábrica da Volkswagen pode ser erguida em Suape, Pernambuco!!
 
O Complexo Industrial Portuário de Suape, em Pernambuco, perdeu a fábrica da Fiat para a cidade de Goiana, por questões técnicas. Agora, a Volkswagen pode instalar no local sua quinta unidade industrial no país. De acordo com o jornal Diário de Pernambuco, executivos da empresa já estiveram sobrevoando a área recentemente.
O vice-presidente do complexo, Frederico Amâncio, afirmou à publicação pernambucana que a área está aberta a qualquer empresa que demonstre interesse nesse tipo de operação. O executivo também reiterou que a Fiat deve instalar um centro logístico e uma área de distribuição em Suape, mesmo com a transferência da fábrica para Goiana.
O presidente da Volkswagen no Brasil, Thomas Schmall, já confirmou os planos da marca, que pretende construir uma nova unidade com capacidade inicial para 250 mil veículos por ano. O investimento será de cerca de R$ 1 bilhão. Além de Pernambuco, cinco estados são cogitados para receber a fábrica, incluindo o Paraná, que já abriga a unidade de São José dos Pinhais.
A Volkswagen demonstra interesse em Suape desde 2008, quando um diretor da empresa chegou a anunciar que a montadora estava estudando a instalação de uma central de distribuição na região, para atender aos mercados do Norte e Nordeste. À época, a empresa declarava ter intenção de investir R$ 12 milhões no empreendimento.
Atualmente, a General Motors é a única empresa da indústria automotiva presente em Suape, por meio de um centro de distribuição inaugurado em maio de 2010. O pátio da empresa norte-americana tem 37 mil m² e capacidade para movimentar até 25 mil unidades por ano. Do local, a GM distribui veículos importados da fábrica argentina de Rosario para 49 concessionárias em 14 estados das regiões Norte e Nordeste.
O Complexo Industrial Portuário de Suape já possui 140 empresas implantadas e em implantação, que empregam cerca de 60 mil trabalhadores. O estado de Pernambuco já está em negociações com mais 24 companhias, de segmentos como pneus e alimentos, para atrair mais investimentos para a região. (com informações do Diário de Pernambuco)
Fonte: motordream; Disponível no(a)http://motordream.uol.com.br

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Robô-abelha comunica-se com abelhas de verdade pela dança!

Dança das abelhas

Embora ainda não se pareça quase nada com uma abelha verdade, o Robô-Abelha tem cheiro de abelha e zumbe e dança como uma abelha.
E, em um campo na Alemanha, ele começou a fazer suas primeiras tentativas de se comunicar com abelhas de verdade usando a linguagem dos próprios insetos: a dança.
As abelhas são famosas por se comunicar pelo "rebolado". Ainda nos anos 1940, o biólogo Karl von Frisch descobriu que a amplitude e o ângulo da dança têm uma correlação com a distância e a direção da fonte de alimento que acaba de ser descoberta.
Tim Landgraf e seus colegas da Universidade Livre de Berlim, na Alemanha, programaram seu robô-abelha para imitar essa dança - na verdade, o programa contém informações sobre 108 danças diferentes, coletadas graças a filmagens de colmeias com câmeras de vídeo de alta velocidade.

Robô-abelha

Como uma abelha real, o pequeno robô-abelha pode girar, vibrar suas asas em diferentes ritmos, liberar cheiros e gotas de néctar e até emitir calor.
Como construir um robô autônomo do tamanho de uma abelha é um desafio à parte, Landgraf decidiu fazer um robô "ancorado" - o robô-abelha foi fixado na extremidade de uma haste metálica.
A haste é controlada por um mecanismo acionado por computador, que transforma as informações do programa em rebolados - vibrações - e deslocamentos adequados para cada dança.

Comunicação robô-abelha

Os pesquisadores partiram então para ver o que as abelhas de verdade acham da abelha robótica.
Em um campo nas proximidades de Berlim, eles treinaram as abelhas de uma colmeia para usar um alimentador.
Eles então fecharam o alimentador, o que fez com que as abelhas permanecessem na colmeia.
Foi a vez do robô-abelha entrar em cena, já devidamente treinado na dança que os pesquisadores acharam que seria a mais adequada para fornecer o endereço de um outro alimentador, ainda desconhecido das abelhas da colmeia.
As abelhas imediatamente deixaram a colmeia. Mas elas voaram para o antigo alimentador e, encontrando-o fechado, retornaram à colmeia.
Os pesquisadores ficaram entusiasmados com esse resultado inicial porque, se as abelhas tivessem apenas ficado assustadas com o robô-abelha, elas teriam atacado o intruso, e não voado para o alimentador.
Tudo agora parece ser o caso de um pequeno ajuste de linguagem. Ou seja, o robô-abelha já consegue "falar" com as abelhas, embora ainda não conheça o "idioma" o suficiente para passar sua mensagem.
Sapateado das abelhas
E os cientistas estão aprimorando seu conhecimento da dança das abelhas, que tem-se mostrado bem mais complicada do que von Frisch imaginou.
Por exemplo, estudos demonstraram que as abelhas nem sempre prestam atenção nas danças das suas companheiras. O rebolado tem mais efeito quando o estoque de comida está baixo.
Outra descoberta, contudo, forçará Landgraf e seus colegas aprimorarem seu robô-abelha: estudos demonstraram que o "sapateado" das abelhas também desempenha um papel na comunicação, e a versão atual do robô-abelha não tem pernas.

http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=robo-abelha-comunica-pela-danca&id=010180110823

Vaga de Projetista em CAD

URGENTE.

Vaga de Desenhista em CAD!!

Interessados, entrar em contato pelo email do blogger.
A entrevista acontecerá amanha (02/09/11), na empresa TRON.

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Nanorrobôs são alimentados sob a pele por um laser

Energia para nanorrobôs


Os nanorrobôs capazes de entrar pelo corpo humano e "consertar as coisas" continuam restritos ao reino da ficção científica.
Mas Fang-Chung Chen e seus colegas da Universidade Nacional Chiao Tung, em Taiwan, já resolveram um dos grandes desafios para sua construção: a alimentação.
Os pesquisadores desenvolveram um sistema que permite que um nanorrobô sob a pele tire sua energia de uma fonte de luz externa, "iluminando" a pele na faixa do infravermelho próximo.
A radiação é dirigida para a pele do paciente e o robô transforma essa energia na eletricidade necessária para sua alimentação.

Célula fotoelétrica orgânica

O dispositivo é formado por uma célula fotovoltaica orgânica, semelhante às que estão permitindo a criação de painéis solares flexíveis.
Primeiro, Chen e seus colegas tiveram que ajustar a célula solar orgânica para que ela fosse sensibilizada por radiação na faixa do infravermelho próximo.
Além disso, o dispositivo como um todo foi criado pensando no ambiente biológico. No formato de uma fibra, o pequeno coletor de energia é formado por várias camadas, que incluem óxido de estanho-índio e uma mistura de nanotubos de carbono e polímeros.
Os testes foram feitos usando tecidos de porco, em camadas de 3 milímetros de espessura.
Um laser que emite luz na faixa do infravermelho próximo foi disparado sobre a pele, no limiar da tolerância da pele humana - a radiação no infravermelho é essencialmente calor e, acima de um determinado limite, pode causar queimaduras.
A "fibra fotoelétrica" capta a porção da radiação que atravessa a pele e a transforma em eletricidade.

Neuroestimulação e controle da dor

O alimentador de nanorrobôs produziu 0,32 microwatts de energia, mais do que suficiente para alimentar os dispositivos biológicos nas dimensões previstas - o consumo típico de energia para um nanodispositivo é de aproximadamente 10 nanowatts.
Antes que os nanorrobôs práticos fiquem prontos, a tecnologia poderá ser usada para a neuroestimulação, para alimentar sensores biomédicos implantados no corpo ou para disparar a liberação de medicamentos em pontos específicos do corpo.
"Imagine que, com essa técnica, nós poderemos usar métodos ópticos, de forma não-invasiva, para acionar a estimulação elétrica profundamente no corpo humano, para inibir a dor ou para controlar as doenças diretamente," disse Chen.
Bibliografia:
Near-infrared laser-driven polymer photovoltaic devices and their biomedical applications
Jyh-Lih Wu, Fang-Chung Chen, Ming-Kai Chuang, Kim-Shih Tan
Energy & Environmental Science
14 Jul 2011, Vol.; Published online; DOI: 10.1039/C1EE01723C
http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=nanorrobos-alimentados-sob-pele-laser&id=010180110720

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Chip sequenciador decodifica DNA próton por próton

Um chip capaz de sequenciar um genoma inteiro.

A nova tecnologia foi apresentada pela empresa Ion Torrent, em um artigo de seus pesquisadores, publicado na revista Nature.

Lei de Moore para a genética

Além de três bactérias, o chip foi testado para sequenciar o genoma de um humano. Especificamente, de um humano chamado Gordon Moore, autor da famosa Lei de Moore, que estabelece que o número de transistores dentro de um chip dobra a cada 18 meses.
Nenhuma outra jogada de marketing conseguiria atrair tamanha atenção, mesmo com a importância de uma tecnologia de sequenciamento genético baseada em um chip.
A Ion Torrent afirma que sua tecnologia permitirá que o sequenciamento do genoma humano custe US$1.000,00 nos próximos dois anos.
Tudo baseado na Lei de Moore: se a capacidade do chip sequenciador seguir o mesmo ritmo dos microprocessadores, a empresa calcula que bastará uma única geração de melhorias para que o sequenciamento genômico fique ao alcance de qualquer bolso.
Hoje, o chip sequenciador já custa apenas US$99,00. Mas o equipamento completo para fazer o sequenciamento, chip incluído, custa cerca de US$50.000,00.
Quando a base coincide com o molde no nanofuro (em cima), é liberado um próton, e o sensor a registra diretamente no formato de digital. Caso contrário (embaixo), nenhum próton é liberado.
O fato é que a tecnologia baseada em semicondutor representa um avanço substancial em relação às atuais tecnologias de sequenciamento genético, ainda que não tenha atingido o mesmo nível de precisão das máquinas muito mais caras.
Os sequenciadores genéticos atuais usam detecção óptica. Uma fita única de DNA é convertida em uma fita dupla fazendo com que a segunda fita cresça base por base. Com o uso de marcadores, essas bases podem ser detectadas por tecnologia óptica, resultando na sequência genética.
O chip sequenciador é muito mais simples. Em vez dos reagentes para marcar as bases, o chip detecta uma elevação no pH que ocorre conforme cada nucleotídeo se junta à fita em crescimento e libera um próton (H+) no processo.
O chip contém uma malha de nanofuros, cada um contendo um modelo diferente de DNA, uma espécie de gabarito. Abaixo desses furos vem uma camada capaz de detectar os prótons e, abaixo, o sensor principal do chip. É por isto que a empresa afirma que seu chip lê o genoma próton por próton.
"Se um nucleotídeo, por exemplo um C, é adicionado a um dos gabaritos [nos nanofuros] e então incorporado à fita de DNA, será liberado um íon de hidrogênio. A carga do íon altera o pH da solução, o que pode ser detectado por nosso sensor de íons. Nosso sequenciador - essencialmente o menor peagâmetro de estado sólido do mundo - vai nomear a base, passando diretamente da informação química para a informação digital," explica a empresa.
Uma comparação bastante elucidativa pode ser feita com um sensor CCD de uma câmera digital. Enquanto o CCD capta fótons para registrar as imagens, o sensor do chip sequenciador de DNA "capta uma reação química". Como o nucleotídeo já está identificado, a informação do genoma é registrada diretamente em formato digital.
Há outras técnicas de sequenciamento genômico mais futurísticas, ainda em fase de desenvolvimento, como o sequenciamento eletrônico do DNA.
Cada nanofuro contém uma gota de polímero com uma fita única de DNA, onde cada nucleotídeo é identificado. [Imagem: Ion Torrent]Maior resolução
Outros pesquisadores, não envolvidos no desenvolvimento do chip sequenciador, afirmam que sua precisão ainda deixa a desejar.
A empresa parece saber bem disso, e demonstra esperar o concurso da Lei de Moore para resolver o problema: ocorre que, grosso modo, a densidade dos nanofuros, onde ficam as fitas individuais de DNA que servem de modelo, define a precisão da medição - quanto mais nanofuros, maior será a precisão.
Continuando com a analogia com o sensor de uma máquina digital, é como se o sequenciamento de DNA mais preciso dependesse agora de alguns "megapixels" a mais - na verdade, de um adensamento da malha de nanofuros e das respectivas fitas-modelo de DNA.
Agora é só esperar para ver se a Lei de Moore aplica-se também ao mundo da biologia.
http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=chip-sequenciador-dna&id=010150110722

Neuro-robótica leva comportamentos humanos aos robôs

Visão e percepção robóticas


Depois de três anos de trabalho, pesquisadores do projeto europeu EYESHOTS apresentaram os resultados de um estudo cujo objetivo era reproduzir em robôs comportamentos humanos, como a visão e a percepção espacial.
Graças aos progressos no controle da interação entre visão e movimento, os pesquisadores desenvolveram um avançado sistema de visão tridimensional, sincronizado com braços robóticos.
O protótipo mostrou ser possível dar aos robôs a capacidade para observar e ficarem atentos ao que acontece ao seu redor.
Além disso, as imagens capturadas são mantidas na memória, podendo ser utilizadas em suas ações futuras.
A equipe de Ángel del Pobil Pasqual, da Universidade Jaume I, na Espanha, ficou responsável pela validação dos resultados do projeto, usando um robô construído na Universidade de Castellón, constituído de uma cabeça de robô com olhos móveis integrados em um tronco com braços articulados.

Inspiração humana

Os modelos de computador usados para controlar o robô partiram do conhecimento da biologia humana e animal, fruto de um trabalho multidisciplinar que incluiu especialistas em neurociência, psicologia, robótica e engenharia.
O estudo começou com o registro dos neurônios do córtex visuo-motor de macacos, que possuem uma percepção do ambiente similar à dos seres humanos.
A primeira característica do sistema visual dos primatas replicado artificialmente foi o chamado movimento sacádico dos olhos, que está relacionado com a alteração dinâmica da atenção.

"Estamos constantemente mudando o ponto de vista através de movimentos oculares muito rápidos, tão rápidos que dificilmente ficamos conscientes deles," explica o Dr. Pasqual. "Quando os olhos estão se movendo, a imagem fica desfocada e não podemos ver claramente. O cérebro deve integrar os fragmentos de imagens como se fossem peças de um quebra-cabeça, para dar a impressão de uma imagem contínua e perfeita do nosso entorno."

"Nossos resultados poderão ser aplicados a qualquer tipo de robô humanoide que seja capaz de mover seus olhos e se concentrar em um ponto."Partindo dos dados neurais, os pesquisadores desenvolveram modelos computadorizados da seção do cérebro que integra as imagens com os movimentos dos dois olhos e dos braços.
Essa integração é muito diferente daquilo que normalmente é feito por engenheiros e especialistas em robótica - é uma espécie de neuro-robótica.
O grupo queria provar que, quando fazemos um movimento para agarrar um objeto, o nosso cérebro não precisa calcular previamente as coordenadas desse movimento.
"A verdade é que a sequência é muito mais simples: os nossos olhos olham para um ponto e dizem ao nosso braço onde ir. Os bebês aprendem isto progressivamente conectando neurônios," explica o pesquisador.
Assim, o próximo passo foi simular também esses mecanismos de aprendizagem, usando uma rede neural que permite aos robôs aprenderem como olhar, como construir uma representação do ambiente, como preservar as imagens apropriadas, e como usar sua memória para alcançar os objetos, ainda que estes estejam fora do alcance dos seus olhos naquele momento.

Passo importante

Os resultados preliminares foram encorajadores, dentro dos parâmetros dos programas de teste.

"Nossos resultados poderão ser aplicados a qualquer tipo de robô humanoide que seja capaz de mover seus olhos e se concentrar em um ponto. Essas são questões prioritárias para que os outros mecanismos possam funcionar corretamente", ressalta o pesquisador.
Para que um robô humanoide interaja com sucesso com o seu ambiente e desenvolva tarefas sem supervisão, contudo, será necessário primeiro aperfeiçoar esses mecanismos básicos, que ainda não estão completamente resolvidos, alerta o pesquisador.
http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=neuro-robotica-comportamentos-humanos-robos&id=010180110607