Siga o alvo
Se a FIFA já partiu para a tecnologia para descobrir quando um gol foi
realmente marcado, o drama pode ser ainda maior para outros esportes.
É muito difícil ver se a bola realmente estava dentro ou fora no vôlei ou no
tênis.
Mas pode ser virtualmente impossível até mesmo ver a bola quando se trata de
esportes mais velozes, como o tênis de mesa.
Com sorte, os canais de TV que se preparam para cobrir as Olimpíadas de
Londres poderão ter tempo de se valer da tecnologia desenvolvida pelo Dr.
Masatoshi Ishikawa, da Universidade de Tóquio.
Ishikawa e seus colegas criaram uma câmera que não apenas é extremamente
rápida - como as usadas para gerar as "câmeras-lentas superlentas" - como também
consegue travar num alvo e seguir esse alvo sem se descolar dele.
E o alvo pode ser algo tão rápido quanto uma bolinha de pingue-pongue em
pleno jogo.
Espelhos móveis
"Esta tecnologia consegue controlar automaticamente os eixos X e Y da câmera
para manter um objeto sempre no centro do campo de visão, assim como um sistema
de autofoco mantém um objeto sempre no foco," afirmam eles.
Em vez de construir um aparato completo para movimentar a câmera, os
pesquisadores japoneses usaram um sistema de espelhos motorizados ultrarrápidos
- é muito mais fácil e rápido mover um espelho, com massa menor, do que uma
câmera inteira.
Motores de alta velocidade reposicionam continuamente os espelhos em uma
fração de segundo, que refletem a imagem do alvo diretamente para uma câmera de
1.000 quadros por segundo - o exemplo mostrado no filme foi capturado com uma
câmera de 500 quadros por segundo.
O protótipo tem uma amplitude de movimento de 60 graus, uma distância que
pode ser percorrida pelos espelhos em 3,5 milissegundos.
Insetos, aviões e bolas
"Nós vislumbramos o uso dessa tecnologia nas transmissões esportivas, mas
também esperamos gravar detalhes dinâmicos de insetos e pássaros em voo, carros,
aviões etc," disse o Dr. Ishikawa.
O sistema consegue fazer imagens de alta precisão dos insetos e pássaros em
pleno voo, sem jamais perdê-los de vista, algo que certamente chamará a atenção
de biólogos e estudiosos de aerodinâmica.
Outros campos de aplicação da câmera super-rápida incluem a robótica,
cirurgias médicas e em observações científicas em geral - assim como, é claro,
na análise e no julgamento em esportes, seja nos Jogos Olímpicos ou não.
http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=camera-super-rapida-bola-pingue-pongue&id=010180120717&ebol=sim
terça-feira, 17 de julho de 2012
quarta-feira, 30 de maio de 2012
Tecnologia revolucionária faz objetos saberem como são tocados
Interatividades possíveis
Imagine colocar o dedo sobre os lábios, em sinal de silêncio, e o seu celular entender e parar de tocar imediatamente.
Imagine a luz da sua sala diminuindo automaticamente de intensidade se você reclinar sua poltrona.
Ou então, a porta do seu quarto trancando-se automaticamente se alguém pegar na maçaneta de um jeito estranho.
A tecnologia para isso, e para um sem-número de outras "interatividades" interessantes, já existe, e se chama Touché.
Objetos com sentidos
Tecnicamente, trata-se de um sensor ao toque capacitivo, o mesmo princípio usado nas telas sensíveis ao toque da maioria dos smartphones.
Contudo, enquanto as versões mesmo dos celulares mais modernos só consegue capturar uma única frequência, o Touché monitora sinais capacitivos ao longo de uma grande faixa de frequências.
Assim, enquanto seu celular consegue plotar uma única coordenada de posição de seu dedo, a nova tecnologia consegue diferenciar a forma como você está tocando.
Por exemplo, o dispositivo consegue identificar se sua mão está pegando em uma maçaneta, ou se está tentando virá-la para a esquerda, ou se está tentando virá-la para direita, se simplesmente você colocou o dedo na maçaneta, e várias outras combinações.
Literalmente, a tecnologia permite que um objeto "sinta" como ele está sendo tocado.
Vida a objetos
Para dar outro exemplo, a sua mesa saberá se você está apoiando a palma de uma das mãos, das duas mãos, um só dedo, um cotovelo, os dois cotovelos, e assim por diante.
A grande vantagem é que os sensores capacitivos são equipamentos robustos e já bem testados, o que permite que eles sejam usados nas mais diversas condições: em objetos sólidos, no ar, ou mesmo na água.
"Em nossos experimentos de laboratório, nós conseguimos dar vida nova a uma série de objetos, dando-lhes uma sensibilidade ao toque de alta-fidelidade.
"Quando combinado com técnicas de reconhecimento de gestos, a tecnologia Touché apresentou taxas de reconhecimento próximas dos 100%," disse Ivan Poupyrev, pesquisador da Disney Research, que desenvolveu a nova tecnologia com a colaboração de cientistas das universidades de Pittsburgh e Carnegie Mellon.
Acoplamento capacitivo
Tanto o Touché quanto as telas de celulares são baseados em um fenômeno conhecido como acoplamento capacitivo.
Em uma tela sensível ao toque capacitiva, a superfície é recoberta com um condutor transparente energizado. Essa energia é alterada quando o usuário coloca o dedo na tela porque a eletricidade encontra outro caminho para percorrer.
Monitorando as variações no sinal é possível determinar as coordenadas x e y onde o toque ocorreu.
Mas monitorar uma série de frequências gera muito mais informações, além do que diferentes tecidos do corpo possuem propriedades capacitivas diferentes.
Analisar todas essas informações é uma tarefa intensiva em processamento, mas os pesquisadores afirmam que o avanço nos processadores garante uma capacidade suficiente para as necessidades do Touché.
"Esta tecnologia nos permitirá no futuro descartar os teclados, mouses e mesmo as telas sensíveis ao toque," afirmou Munehiko Sato, um dos criadores da nova tecnologia.
http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=objetos-saberem-como-tocados&id=010150120509&ebol=sim
Imagine colocar o dedo sobre os lábios, em sinal de silêncio, e o seu celular entender e parar de tocar imediatamente.
Imagine a luz da sua sala diminuindo automaticamente de intensidade se você reclinar sua poltrona.
Ou então, a porta do seu quarto trancando-se automaticamente se alguém pegar na maçaneta de um jeito estranho.
A tecnologia para isso, e para um sem-número de outras "interatividades" interessantes, já existe, e se chama Touché.
Objetos com sentidos
Tecnicamente, trata-se de um sensor ao toque capacitivo, o mesmo princípio usado nas telas sensíveis ao toque da maioria dos smartphones.
Contudo, enquanto as versões mesmo dos celulares mais modernos só consegue capturar uma única frequência, o Touché monitora sinais capacitivos ao longo de uma grande faixa de frequências.
Assim, enquanto seu celular consegue plotar uma única coordenada de posição de seu dedo, a nova tecnologia consegue diferenciar a forma como você está tocando.
Por exemplo, o dispositivo consegue identificar se sua mão está pegando em uma maçaneta, ou se está tentando virá-la para a esquerda, ou se está tentando virá-la para direita, se simplesmente você colocou o dedo na maçaneta, e várias outras combinações.
Literalmente, a tecnologia permite que um objeto "sinta" como ele está sendo tocado.
Vida a objetos
Para dar outro exemplo, a sua mesa saberá se você está apoiando a palma de uma das mãos, das duas mãos, um só dedo, um cotovelo, os dois cotovelos, e assim por diante.
A grande vantagem é que os sensores capacitivos são equipamentos robustos e já bem testados, o que permite que eles sejam usados nas mais diversas condições: em objetos sólidos, no ar, ou mesmo na água.
"Em nossos experimentos de laboratório, nós conseguimos dar vida nova a uma série de objetos, dando-lhes uma sensibilidade ao toque de alta-fidelidade.
"Quando combinado com técnicas de reconhecimento de gestos, a tecnologia Touché apresentou taxas de reconhecimento próximas dos 100%," disse Ivan Poupyrev, pesquisador da Disney Research, que desenvolveu a nova tecnologia com a colaboração de cientistas das universidades de Pittsburgh e Carnegie Mellon.
Acoplamento capacitivo
Tanto o Touché quanto as telas de celulares são baseados em um fenômeno conhecido como acoplamento capacitivo.
Em uma tela sensível ao toque capacitiva, a superfície é recoberta com um condutor transparente energizado. Essa energia é alterada quando o usuário coloca o dedo na tela porque a eletricidade encontra outro caminho para percorrer.
Monitorando as variações no sinal é possível determinar as coordenadas x e y onde o toque ocorreu.
Mas monitorar uma série de frequências gera muito mais informações, além do que diferentes tecidos do corpo possuem propriedades capacitivas diferentes.
Analisar todas essas informações é uma tarefa intensiva em processamento, mas os pesquisadores afirmam que o avanço nos processadores garante uma capacidade suficiente para as necessidades do Touché.
"Esta tecnologia nos permitirá no futuro descartar os teclados, mouses e mesmo as telas sensíveis ao toque," afirmou Munehiko Sato, um dos criadores da nova tecnologia.
Bibliografia:
Touché: enhancing touch interaction on humans, screens, liquids, and everyday objects
Ivan Poupyrev, Chris Harrison, Munehiko Sato
Proceedings of the 2012 ACM annual conference on Human Factors in Computing Systems
DOI: 10.1145/2207676.2207743
http://dl.acm.org/citation.cfm?id=2207743&bnc=1
Touché: enhancing touch interaction on humans, screens, liquids, and everyday objects
Ivan Poupyrev, Chris Harrison, Munehiko Sato
Proceedings of the 2012 ACM annual conference on Human Factors in Computing Systems
DOI: 10.1145/2207676.2207743
http://dl.acm.org/citation.cfm?id=2207743&bnc=1
http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=objetos-saberem-como-tocados&id=010150120509&ebol=sim
quinta-feira, 10 de maio de 2012
SENAI PE se prepara para OC Nacional - ROBÓTICA MÓVEL
Os alunos competidores, João Gabriel e Guilherme Galindo, da Escola técnica Senai areias, estão na preparação para a competição nacional da Olimpíada do Conhecimento 2012 - SENAI, na modalidade de Robótica Móvel, onde usa o chamado Robotino da FESTO. Os representantes de Pernambuco estão sendo acompanhados pelo docente em Automação Industrial Joaquim Macêdo.
A competição acontece de 12 a 18 de novembro, no Centro de Convenções do Anhembi, em São Paulo.
Interessados em conhecer a Olimpíada do Conhecimento podem visitar o Anhembi de 14 a 17 de novembro, período da competição que é aberto ao público. A estimativa para a edição 2012 é que 300 mil pessoas passem pelo pavilhão
quarta-feira, 25 de abril de 2012
Tabela de preço (base) de serviços em geral
Veja quanto vale o seu serviço, seja elétrico, mecânico ou qualquer outro. Acesse o link abaixo:
TABELA DE PREÇOS PARA CONTRATAÇÃO DE OBRAS E SERVIÇOS DE ENGENHARIA:
http://pt.scribd.com/doc/71821099/TABELA-EMLURB
Joaquim Informatec - Buscando conhecimento e crescimento profissional de seus internautas.
segunda-feira, 23 de abril de 2012
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